Bruxa de Blair - 1994 30 anos se passaram desde que A Bruxa de Blair estreou nos cinemas e fez história. Fez história como um dos filmes mais originais e assustadores dos últimos anos e fez história por criar um novo gênero no cinema: o dos filmes found footage, hoje espremido até a última gota do suco. De lá pra cá muito mudou, mas uma coisa continua igual: o medo. Pode ser que o medo da violência, por exemplo, tenha aumentado, mas o medo do desconhecido continua lá, firme e forte dentro de cada um de nós. E era justamente o desconhecido, o grande trunfo de A Bruxa de Blair. Ao não mostrar nada, o filme deixava o medo no ar. E foi assim que se tornou um novo clássico do cinema até hoje aterrorizante e que não parece em momento nenhum datado. Mas eis que depois de uma sequência massacrada pela crítica em 2000, resolveu - se que estava na hora de trazer o filme aos cinemas novamente. Ponto negativo para a idéia, que pegou uma longa completamente original e colocou - o no balaio de sequências que invadem o cinema atual. O filme é ruim? Não. Ainda é melhor que muita coisa que o cinema de terror tem feito atualmente. Mas era necessário ou será tão marcante quanto o primeiro? Claro que não. Bruxa de Blair chega aos cinemas 17 anos do primeiro longa e se propõe a contar a história do irmão da protagonista de 1999, Heather, ao redor do desaparecimento. James então vai com amigos a floresta onde tudo aconteceu. E, claro, tudo poderá acontecer novamente. O novo longa é mais um remake atualizado do original do que uma sequência. É o mesmo cenário, os personagens são semelhantes, as situações e inclusive os sustos são semelhantes. O que difere, além dos atores, é que desta vez o filme se data e, em dois ou três anos poderá ser obsoleto. Se em 1999 tudo o que os personagens tinham eram câmeras de mão, agora são câmeras auriculares, drones, celulares e controles remotos que colocam tanta tecnologia em tela quanto em sustos. Claro que no final tudo terá sido em vão e só terá servido para registrar os fatos, mas isso não deixa de ser algo a se perceber. Se a Bruxa de Blair foi um marco, é natural que ainda esteja bem vivido na memória dos fãs. E é natural que suas sequências não sejam tão eficientes. Mas se deixarmos de lado o fato deste não ter a genialidade do primeiro, conseguimos nos divertir, levar sustos e até mesmo ficar com medo durante a história, que desta vez mostra um pouco mais, mas ainda assim deixa boa parte para nossa imaginação.

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Infernal Thorns: banda chilena de death metal apresenta a arte e primeiro single do álbum "Christus Venari", que será lançado em 12 de setembro de 2025. O material entrega 09 faixas de sangue e terá seu álbum distribuido via Personal Records no formato CD e também digital. A Infernal Thorns foi fundado em 2003 por Andrés Arancibia em Valparaíso, Chile. A banda permaneceu ativa por três anos, ainda que intermitentemente, devido às constantes mudanças de formação. Durante esse período, gravaram dois singles: "Imious Bloodbath" e "The Cross Falls With God". Em 2024, Infernal Thorns entrou no Audiocustom Studio para gravar seu quarto lançamento, o álbum "Christus Venari". Produzido por Seba Puente, "Christus Venari é a mais completa e vil vitrine do enorme poder da Infernal Thorns. Não mais se escondendo, o terceiro álbum completo da banda transmite com ousadia e descaradamente o que vem sendo fermentado há tanto tempo: que a Infernal Thorns é a simbiose quase perfeita entre a melodia do black metal do norte e a ultraviolência do death metal do sul. Em outras palavras, "Christus Venari" soa semelhante à fusão da Necrophobic, em seu auge dos anos 90, com o "Atomic Aggressor" em sua era de retorno; na verdade, Infernal Thorns é tão bom assim, e tem sido assim há anos. Em nove músicas de 39 minutos, o quarteto vomita um estilo de death/black metal com várias vertentes de força sombria e sufocante. Mais uma vez, uma mistura de escolas de metal extremo, onde a crueza encontra um artesanato excepcional em termos de breaks, velocidade, estrutura e ritmo, resultando em um álbum que ressoa com composições cativantes e umpactantes, além de uma execução absolutamente arrasadora. Sem mencionar os solos e leads, que são a personificação do caos controlado... eles vão derreter sua mente! Atenção, porque "Christus Venari" marca a chegada infernal e maldita da Infernal Thorns. Acesse: https://www.personal-records.com/