Brüka - Death's Promise (2024) Em constante evolução, visando reinvindicar seu lugar no black metal, sem se distanciar da velha escola do antigo extremo. Este quarteto texano surgiu com a demo 2020, e com seu álbum inaugural completo, eles canalizaram cada lição aprendida desde então em uma experiência implacável e rica em tons que mantém os padrões mais sombrios do estilo ao mesmo tempo que adiciona um toque moderno. O álbum começa com um soco duplo e desarmônico, "Serpents of War" e "Plague Tempest", estabelecendo sua alquimia sonora ferozmente crua, inflexível e executada de forma emocionante. Brüka foge da nostalgia da década de 90 optando por uma produção potente e estonteante que permite que seus riffs furiosos e atmosferas geladas cortam com precisão cirúrgica. É um ritmo frenético, explodindo com uma urgência que lembra estridentemente o espírito do black metal clássico sem se perder na imitação, muito ao contrário. Brüka efetivamente traz esses elementos sonoros para frente, evocando uma experiência que parece moderna, refinada e desafiadora. O tom muda em faixas como "Plague Tempest", "Forever Vile" e Pathways to Ruin", com a banda mergulhando em riffs mais lentos e estridente, evocando uma sensação quase sufocante de pavor. Os vocais espectrais e torturados de Misery emergem na frente e no centro, atados com um desânimo que complementa cada acorde gelado e blastbeat que quebra o pavimento. Essa abordagem temperada abre um portal através do do qual Brüka se esforça para explorar as facetas mais sombrias e atmosféricas do black metal. Então vem a contundente "Envy the Lifeless", onde os texanos fazem uma curva fechada para a esquerda, injetando uma dose completa de agressão em seu modelo enegrecido. Com um andamento direto de 4/4 curvas de cordas caóticas e riffs estonteantes, a banda sacrifica atmosferas mais sutis por energia crua, mas com um DNA enegrecido. "Violence" traz ainda outro desvio estilístico, um pedaço conciso de dois minutos de death metal old school embalado com agressividade de derreter o rosto de uma banda sem medo de explorar o espectro mais amplo do metal extremo É um lembrete gritante da gama dinâmica do Brüka e um testemunho escaldante de sua rejeição violenta às convenções do estilo. "Certain Side of Hell" relembra a grandiosidade violenta de Watain, ostentando um complexo trabalho de trastes que dota a faixa com uma sensação de brutalidade e também de uma melancolia arrebatadora. É uma pausa bem - vinda que apresenta aos ouvintes uma atmosfera assombrosa, quase graciosa, em meio à brutalidade. O álbum fecha com "Slumber Loss", um épico de 05 minutos que combina todos os elementos característicos do black metal americano em um final tenso e de socos no ar. Brüka condensa sua visão estética em uma declaração única e contundente que concluí o passeio com uma nota climática que parece inevitável e satisfatória. Death's Promise soa como um chamado claro para as legiões enegrecidas de que a Brüka continua feroz e comprometida com as antigas tradições. A banda adota a estética do estilo e criaram um álbum que é fiél às raízes do black metal em todas as suas formas esplêndidas.
-
Dissection História: O Legado Sombrio da Banda Sueca de Black Metal: prepare - se para uma imersão completa na vida e na obra de Jon Nödtveidt, o lendário músico que deixou sua marca eterna no mundo do black metal. Neste vídeo, exploramos cada detalhe de seus trajetória, desde os primeiros passos como guitarrista até a fundação do icônico Dissection, que revolucionou o metal extremo com álbuns como "The Somberlain e Storm of the Light' Bane. Vamos mergulhar nas inspirações, crenças filosóficas e espirituais de Jon, e em como essas influências moldaram suas composições sombrias e atmosféricas. Além disso, abordamos os desafios pessoais e polêmicas que marcaram sua vida, até seu retorno triunfante com o álbum "Reinkaos" e o legado que ele deixou após sua morte trágica. Este é um tributo á genialidade, complexidade e impacto cultural de Jon Nödtveidt, uma das figuras mais influentes da história do metal extremo. Não perca essa jornada emocionante e cheia de nuances. Confira: https://youtu.be/M4egl-JGqTE?si=se7rwDNNXpeCY2IC
-
-
Possessed: Brian Montana (guitarrista original da banda de death metal tradicional), foi morto durante um tiroteio com a polícia. Em sua homenagem recém publicada ao falecido músico, Jeff Becerra disse estar profundamente triste com a perda. Segundo o músico; "Ele era jovial e um cavalheiro. Ele gostava de artes marciais e era um grande guitarrista. Brian estava sempre contando piadas e era uma boa pessoa. Embora não nos falássemos com frequência e apenas um telefonema aqui e ali. O Brian que eu conheço e de quando ainda éramos crianças, no começo da Possessed. Ele não era nada parecido com o que estou vendo sendo escrito sobre ele. Na verdade, acho que esse é um dos motivos que o levaram a deixar a banda. Ele simplesmente não estava disposto a ser tão sombrio quanto queríamos que ele fosse naquela época. Estávamos buscando aquela imagem malígna, e Brian era tão despreocupado, até mesmo pateta no bom sentido. Ele obviamente estava passando por algumas dificuldades e acho que este é o momento de sermos respeitosos com a família Montana e seus amigos, pois este é um momento trágico para eles. Tenho certeza de que há muito mais nessa história, mas caberia à família de Brian contar ou não. Sei que ainda sinto que é uma grande perda e estou profundamente triste. Segundo o The Daily Journal; "O tiroteio ocorreu em 28 de abril e foi resultado do envolvimento de Montana em uma disputa com seu vizinho no sul de São Francisco. Tudo por decorrência de galhos e folhas de árvores do vizinho caindo em seu quintal". Segundo nota emitida pela Loudwire; "A polícia foi acionada quando recebeu relatos de que Montana havia ameaçado seu vizinho com uma arma. Quando chegaram, a situação já havia se agravado, e Montana estava atirando várias vezes contra a casa do vizinho, e que os levou a pedir reforços. Montana então atirou contra os policiais da entrada de sua garagem, buscando abrigo entre veículos e o jardim, mas acabou morto a tiros no local. Ele tinha 60 anos. O vizinho foi levado ao hospital após sofrer um ferimento de raspão durante o tiroteio. 'Ao lado do atirador, havia um pouco de álcool envolvido', segundo o promotor Steve Wagstalffe. Sua morte é uma tragédia, mas é uma sorte que ninguém mais tenha sido atingido ou ferido com mais gravidade." Segundo nota emitida à imprensa do Departamento de Polícia de South San Francisco; Montana se juntou ao Possessed em 1983, apenas para sair no ano seguinte (depois que a banda gravou a demo de Death Metal e incluiu "Swing of the Axe" na coletânea Metal Massacre VI, da Metal Blade Records). Montana saiu devido a diferenças criativas e foi substituído por Larry LaLonde (ex - Blizzard e atualmente na Primus).
-
-
-
-
Infernal Thorns: banda chilena de death metal apresenta a arte e primeiro single do álbum "Christus Venari", que será lançado em 12 de setembro de 2025. O material entrega 09 faixas de sangue e terá seu álbum distribuido via Personal Records no formato CD e também digital. A Infernal Thorns foi fundado em 2003 por Andrés Arancibia em Valparaíso, Chile. A banda permaneceu ativa por três anos, ainda que intermitentemente, devido às constantes mudanças de formação. Durante esse período, gravaram dois singles: "Imious Bloodbath" e "The Cross Falls With God". Em 2024, Infernal Thorns entrou no Audiocustom Studio para gravar seu quarto lançamento, o álbum "Christus Venari". Produzido por Seba Puente, "Christus Venari é a mais completa e vil vitrine do enorme poder da Infernal Thorns. Não mais se escondendo, o terceiro álbum completo da banda transmite com ousadia e descaradamente o que vem sendo fermentado há tanto tempo: que a Infernal Thorns é a simbiose quase perfeita entre a melodia do black metal do norte e a ultraviolência do death metal do sul. Em outras palavras, "Christus Venari" soa semelhante à fusão da Necrophobic, em seu auge dos anos 90, com o "Atomic Aggressor" em sua era de retorno; na verdade, Infernal Thorns é tão bom assim, e tem sido assim há anos. Em nove músicas de 39 minutos, o quarteto vomita um estilo de death/black metal com várias vertentes de força sombria e sufocante. Mais uma vez, uma mistura de escolas de metal extremo, onde a crueza encontra um artesanato excepcional em termos de breaks, velocidade, estrutura e ritmo, resultando em um álbum que ressoa com composições cativantes e umpactantes, além de uma execução absolutamente arrasadora. Sem mencionar os solos e leads, que são a personificação do caos controlado... eles vão derreter sua mente! Atenção, porque "Christus Venari" marca a chegada infernal e maldita da Infernal Thorns. Acesse: https://www.personal-records.com/
Nenhum comentário:
Postar um comentário