Obsidian Shrine - Dereliction of Divinity (2024) O material captura a essência da antiga escola do black metal e ataca com fúria agressiva os falsos valores da sociedade. É um ataque cortante e que não dá espaço para descanso. O som da banda é um coquetel potente de hostilidade. "Vacant Throne" prepara o palco com uma rajada de vento oriunda do Umbral carregado de um riff massacrantre que explode e evoca o Blasphemy da década de 80. O som é uma agressão crua, escuridão melódica e um breve da bateria fecha com glamour acrescida de um vocal gutural cortante. "Licentious Procession" dá continuidade aos ataques com vocais ainda mais afiados. As guitarras tecem padrões intrincados na escuridão, criando um pavimento sonoro. O baixo deu uma sumida por causa da mixagem, mas é ainda uma boa canção. "Obsolete Ideology" é uma barragem implacável de fúria negra, embora não tenha o impacto das faixas anteriores, tem audições repetidas, mostrando a habilidade da banda mostrando a habilidade de criar riffs. "Evil Has Its Day" é uma mudança de ritmo que dá chance a banda de apresentar melodias e dá espaço para criar riffs. Os vocais assumem uma qualidade assustadora e etérea, criando uma sensação de desconforto e pavor. É uma faixa que prova a capacidade de criação da banda. "Celestial Despondency" é um instrumental, um breve anuncio que o fim será incisivo. A inclusão de um clipe de aúdio arrepiante de um pregador alarmista, complementada com uma camada atmosférica que causa arrepio. "Dereliction of Divinity" fecha a bolacha e define o EP. O ritmo muda, e cria um riff assustador e que afronta, sem trégua. Os vocais permanecem com força e agressividade que leva a música a patamares de pura nostalgia que dá todo o direito da banda em entrar em definitivo para a Velha e Tradicional escola do extremo e fecha com grandeza. É um material que precisa ser ouvido, é uma experiência sensacional e eleva o nível do estilo em nota mil. Recomendado para seguidores da Blasphemy, Watain, Taake e 1349.

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Infernal Thorns: banda chilena de death metal apresenta a arte e primeiro single do álbum "Christus Venari", que será lançado em 12 de setembro de 2025. O material entrega 09 faixas de sangue e terá seu álbum distribuido via Personal Records no formato CD e também digital. A Infernal Thorns foi fundado em 2003 por Andrés Arancibia em Valparaíso, Chile. A banda permaneceu ativa por três anos, ainda que intermitentemente, devido às constantes mudanças de formação. Durante esse período, gravaram dois singles: "Imious Bloodbath" e "The Cross Falls With God". Em 2024, Infernal Thorns entrou no Audiocustom Studio para gravar seu quarto lançamento, o álbum "Christus Venari". Produzido por Seba Puente, "Christus Venari é a mais completa e vil vitrine do enorme poder da Infernal Thorns. Não mais se escondendo, o terceiro álbum completo da banda transmite com ousadia e descaradamente o que vem sendo fermentado há tanto tempo: que a Infernal Thorns é a simbiose quase perfeita entre a melodia do black metal do norte e a ultraviolência do death metal do sul. Em outras palavras, "Christus Venari" soa semelhante à fusão da Necrophobic, em seu auge dos anos 90, com o "Atomic Aggressor" em sua era de retorno; na verdade, Infernal Thorns é tão bom assim, e tem sido assim há anos. Em nove músicas de 39 minutos, o quarteto vomita um estilo de death/black metal com várias vertentes de força sombria e sufocante. Mais uma vez, uma mistura de escolas de metal extremo, onde a crueza encontra um artesanato excepcional em termos de breaks, velocidade, estrutura e ritmo, resultando em um álbum que ressoa com composições cativantes e umpactantes, além de uma execução absolutamente arrasadora. Sem mencionar os solos e leads, que são a personificação do caos controlado... eles vão derreter sua mente! Atenção, porque "Christus Venari" marca a chegada infernal e maldita da Infernal Thorns. Acesse: https://www.personal-records.com/