Para começar um ano repleto de novos projetos, resolvemos brindar nossos seguidores com uma entrevista concedida pela cantora Rocio Vázquez, conhecida por Diva Satanica (Bloodhunter e How We End). * Diva, você tem uma noção do quanto é querida no Brasil? * O que não sei é se a gente tem idéia do que significa o Brasil pra mim... As pessoas abriram seus corações para nós sem ter muita noção de quem eu era como vocalista, mas me deram a possibilidade de me conhecer sem julgar. Mal posso aguardar para poder voltar com a minha banda! BORA BRASIL CAR****!!!! * Como você chegou até o estilo que vc defende, inspirações, álbuns, bandas? * Eu queria muito ter uma banda ou algum tipo de envolvimento artístico e musical, mas não sabia como poderia fazer porque tentei cantar melódico e não ficava muito satisfeita com isso. Tentei também tocar algum instrumento mas não consegui e me frustrava muito que tudo precisava de muito tempo. Finalmente ouvi a primeira banda com vocalista gutural e achei tão legal e diferente que começei a praticar até conseguir simular algum som similar. O Dani Arcos, guitarrista e membro fundador do BLOODHUNTER sabia que eu gostava do metal extremo e de escrever coisas de filosofia e ocultismo, e me ofereceu ir para um ensaio da banda. Nunca passei tanta vergonha na minha vida porque eu sabia fazer quase nada, mas ele foi muito paciente comigo e finalmente a causa dessa oportunidade a gente seguiu praticando e melhorando até hoje. A primeira vez que eu ouvi metal extremo acho que foi porque ele me enviou um video da Arch Enemy com a Angela Gossow que acabará de ver ao vivo em um festival. Eu não gostei nada... mas lembro que foi como quando você vê um filme de terror que não gosta, mas quer saber o que acontece e vai tentando se acostumar até que finalmente gosta disso (hahaha)... Aí começei a ouvir bandas como Holy Moses, Astarte, ETHS... Mas no início gostava do hard rock e de bandas como Bon Jovi e Guns N' Roses, muito mais clássicas. * Qual a origem do apelido "Diva Satanica"? * É uma música dos primeiros álbuns dos Arch Enemy com o Johan Liiva como vocalista. Eu queria ter um alcume mais dark porque achava muito pouco cool utilizar meu nome para ser cantora numa banda de death metal e achava que todos os sobrenomes estavam já escolhidos: Nergal, Shagrath... e achei Diva Satanica, muito legal pelo significado da letra e muito adequado para representar o meu alter ego no palco. * A Bloodhunter tem uma data para nos visitar ou está esperando lançar o sucessor de "Knowledge Was The Price"? Inclusive, parabéns a banda pelo belíssimo trabalho. * Muito obrigada pelas suas palavras! O "Knowledge Was The Price" foi um álbum muito mais técnico e maduro, mas que também precisa de ter tempo para poder ouvir e apreciar todos os detalhes. A gente tem muita negociação aberta desde que a banda fez a turnê na China, Coréia e Japão o ano passado, e é uma possibilidade, claro. A idéia seria poder apresentar o novo álbum que será publicado em 2025. Pessoalmente, acho que o pessoal vai gostar muito mais desse novo trabalho porque é muito mais "straight to the face". * E o novo álbum? Está próximo? Nos fale algo. * A gente mudou todo o planejamento para esse novo trabalho: mudou a pessoa encarregada do master, mudou o artista do artwork, a forma de gravar... Mas foi muito bom tentar coisas diferentes e já finalizou as gravações, o master está quase pronto, o artwork também... e já filmamos os 03 videoclipes promocionais. Agora depende da planificação da nossa discografia e agência de management com os que começamos a trabalhar agora pela primeira vez, para concretizar as datas, mas vai ter primeiro single em breve. Fiquem ligados. * Considerações finais suas em nome da Bloodhunter... * Obrigada mais uma vez pelo carinho, estou muito ansiosa por voltar ao Brasil e poder compartilhar com todos vocês o novo material da banda. Vai ser muito legal e acho que vai ser uma nova época muito marcante na nossa trajetória. Se cuidem e a gente se vê em breve.

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Infernal Thorns: banda chilena de death metal apresenta a arte e primeiro single do álbum "Christus Venari", que será lançado em 12 de setembro de 2025. O material entrega 09 faixas de sangue e terá seu álbum distribuido via Personal Records no formato CD e também digital. A Infernal Thorns foi fundado em 2003 por Andrés Arancibia em Valparaíso, Chile. A banda permaneceu ativa por três anos, ainda que intermitentemente, devido às constantes mudanças de formação. Durante esse período, gravaram dois singles: "Imious Bloodbath" e "The Cross Falls With God". Em 2024, Infernal Thorns entrou no Audiocustom Studio para gravar seu quarto lançamento, o álbum "Christus Venari". Produzido por Seba Puente, "Christus Venari é a mais completa e vil vitrine do enorme poder da Infernal Thorns. Não mais se escondendo, o terceiro álbum completo da banda transmite com ousadia e descaradamente o que vem sendo fermentado há tanto tempo: que a Infernal Thorns é a simbiose quase perfeita entre a melodia do black metal do norte e a ultraviolência do death metal do sul. Em outras palavras, "Christus Venari" soa semelhante à fusão da Necrophobic, em seu auge dos anos 90, com o "Atomic Aggressor" em sua era de retorno; na verdade, Infernal Thorns é tão bom assim, e tem sido assim há anos. Em nove músicas de 39 minutos, o quarteto vomita um estilo de death/black metal com várias vertentes de força sombria e sufocante. Mais uma vez, uma mistura de escolas de metal extremo, onde a crueza encontra um artesanato excepcional em termos de breaks, velocidade, estrutura e ritmo, resultando em um álbum que ressoa com composições cativantes e umpactantes, além de uma execução absolutamente arrasadora. Sem mencionar os solos e leads, que são a personificação do caos controlado... eles vão derreter sua mente! Atenção, porque "Christus Venari" marca a chegada infernal e maldita da Infernal Thorns. Acesse: https://www.personal-records.com/